
MINHA JORNADA MUSICAL
A música entrou na minha vida muito antes de eu imaginar que
um dia estaria compondo minhas próprias canções.
Esta é uma jornada que começa nas igrejas dos anos 70,
passa pelos amigos de escola dos anos 80 e segue até os projetos musicais de hoje.
Anos 70 — As Primeiras Referências



Entre minhas primeiras lembranças musicais está um grupo
formado por quatro irmãos conhecidos como Irmãos Brito.
Em uma época em que poucas igrejas possuíam bandas ou
conjuntos musicais, eles chamavam atenção pelo talento e dedicação.
Sem saber, plantaram algumas das sementes que mais tarde
despertariam meu interesse pela música.
Anos 80 — Amigos Eduardenses e Descobertas



Durante a adolescência, no Colégio Delphina de Moraes,
a música passou a fazer parte do meu cotidiano.
Meu irmão começou a tocar violão e eu passei a explorar
revistas musicais que traziam cifras, letras, traduções e pronúncias em inglês.
Foi nesse período que descobri artistas como Bob Marley, Led Zeppelin, Eagles e Dire Straits.
Das Rodas de Amigos aos Primeiros Palcos
As rodas de música entre amigos acabaram se transformando em
apresentações e grupos musicais.
O que começou como curiosidade tornou-se aprendizado, convivência e expressão artística.
Muitos daqueles amigos permanecem vivos na memória e fazem parte de outras histórias
deste universo.


Música Como Memória
Hoje a música continua sendo uma forma de preservar histórias,
emoções e experiências.
Algumas canções nasceram da fé. Outras surgiram das lembranças.
E muitas carregam um pouco da jornada percorrida
ao longo dos anos.
Cada música é também uma estação desta viagem.
Momentos de inspiração onde nasceram canções como:
Jerusalém dos meus sonhos
-
Raízes que voltam
-
Jerusalem eu te ví primeiro em sonho
-
Reconstrói os muros
e outras que fazem parte do album Jerusalem Experience
